
A FIFA, órgão máximo do futebol global, adiou na sexta-feira uma decisão de suspender temporariamente Israel por suas ações durante o conflito em Gaza e na Cisjordânia, dizendo que precisava solicitar aconselhamento jurídico antes de considerar uma proposta apresentada pela Associação de Futebol da Palestina.
A proposta que pede a suspensão de Israel referia-se a "violações do direito internacional cometidas pela ocupação israelense na Palestina, especialmente em Gaza", e citava violações dos estatutos de direitos humanos e discriminação da FIFA.
Em resposta a discursos emocionalmente carregados no congresso anual da FIFA pelo chefe da entidade de futebol palestina, Jibril Rajoub, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, disse que a urgência da situação significava que ele convocaria uma reunião extraordinária do conselho superior da FIFA em 25 de julho.
Antes dessa reunião, ele disse que a FIFA pedirá a especialistas para analisar se as ações de Israel violam os regulamentos do órgão governante. Em contraste, em 2022, a FIFA agiu rapidamente para proibir equipes e clubes russos de competições depois que as forças do país lançaram uma invasão em larga escala na Ucrânia vizinha.
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