Confrontos violentos entre facções rivais do Cartel de Sinaloa deixaram mais de 100 pessoas mortas ou desaparecidas no estado de Sinaloa, no México, desde 9 de setembro.
O conflito resultou em pelo menos 53 mortes confirmadas e 51 desaparecimentos, sem sinais de que a violência esteja diminuindo. O presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, culpou parcialmente os Estados Unidos pelo aumento dos derramamentos de sangue relacionados ao cartel, citando questões transfronteiriças como um fator contribuinte.
A situação levantou preocupações sobre a contínua crise de segurança na região.
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Mais de 100 mortos ou desaparecidos em meio à guerra de cartéis no México
Cinquenta e três pessoas foram mortas e 51 estão desaparecidas no estado mexicano de Sinaloa desde que facções rivais do Cartel de Sinaloa começaram a entrar em conflito em 9 de setembro, disseram autoridades locais na sexta-feira, com uma violência brutal que não mostra sinais de diminuir.
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O presidente mexicano culpa os EUA pelo derramamento de sangue em Sinaloa, à medida que a violência do cartel aumenta
O Presidente Mexicano Andrés Manuel López Obrador culpou em parte os Estados Unidos pelo aumento da violência dos cartéis que aterroriza o estado nortenho de Sinaloa, deixando pelo menos 30 pessoas mortas na última semana.
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