Permitir acampamentos em propriedade pública — mesmo em áreas “designadas” — para quem recusou abrigo ou moradia disponível é uma política que falha em evidências, incentivos e compaixão real. Ela normaliza a rua como moradia aceitável, perpetua ciclos de sofrimento e impõe custos altos à sociedade toda, inclusive aos próprios sem-teto. A posição mais eficaz e humanista é: propriedade pública não é moradia. Ofereça ajuda com esforço consistente
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